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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Reflexões casamentícias

Para quem não sabe, eu sou repórter e trabalho num site sobre celebridades. Por isso, é mais do que normal eu ter contato com notícias sobre casamentos e separações dos famosos. Acontece o tempo todo. Vários famosos se divorciaram nos últimos meses. Alguns deles com pouquíssimos meses de casados. E acho que isso me fez refletir sobre o assunto.

Casar é mais do que somente o dia da cerimônia. Porque, apesar de passarmos mais de um ano planejando o big day, depois temos toda uma vida pela frente com aquele cara - na alegria e na tristeza.

Na minha cabeça, quem casa é porque quer que seja pra sempre. Aliás, não é nem apenas casamento. Eu jamais comecei um namoro sem pensar que seria eterno. É, sou uma destas românticas... Mas não me iludo achando que o casamento será um mar de rosas. Sei que todo casal discute e se desentende e, a meu ver, isso faz parte do casamento. Aprender a lidar com as diferenças e com os problemas que surgem também.

Vejo muitas meninas sonhando com casamento antes mesmo de ter um namorado. Juntando recortes de revistas, procurando fornecedores. Chegou ao cúmulo de ouvir a história de uma moça que, todo ano, reserva a igreja X e paga o sinal sonhando em encontrar alguém para se casar. E aí fica a pergunta: será que ela vai querer casar com este alguém ou apenas se casar? Tem uma grande diferença aí...

Sou romântica? Sou. Mas também tenho absoluta convicção que ninguém completa outra pessoa. Acho que o fato de ter conseguido ficar solteira por muito tempo, e ter sido feliz durante este tempo que estive sozinha, me preparou para gostar de alguém tanto tanto tanto quanto gosto do Leandro. Mas sabendo que a responsabilidade de ser feliz é mais minha do que dele.

Pior do que as moças que casam "por casar", para realizar este sonho, a meu ver são aqueles casais que estão juntos há tanto tempo que casar parece uma coisa "natural". Sabe aqueles amigos que namoram há uns dez anos, num relacionamento meio mais-ou-menos, e um dia se casam porque "é a coisa certa a se fazer"? Já vi tantos desses... (Fique claro que há inúmeros casais que namoram há anos e se casam porque querem e não apenas porque todo mundo diz que é o que deve ser feito. Cada caso é um caso - e duvido que vocês também não conheam alguém que seja a exata descrição do que falei antes)

Enfim, apenas reflexões aleatórias para compartilhar opiniões e ouvir o que vocês pensam. :)

segunda-feira, 28 de março de 2011

E aqueles que se convidam para o seu casamento?

Todo casal que vai fazer festa de casamento passa por isso em algum momento: os folgados que querem se convidar. Às vezes são pessoas até bastante queridas mas que, por afastamento, a gente não convida. Faltam cinco meses pro nosso casório, mas já passei por duas situações levemente constrangedoras (para quem se convida, não para mim!) e gostaria de dividí-las com vocês:

A pessoa fica sabendo que você vai se casar e diz: 'Noooossa. nem me avisou que ia casar, hein'
Meu caro, se você não sabe que eu vou me casar é porque há pelo menos um ano você não participa da minha vida. E, fora o caso de você ter estado em coma nos últimos meses, isso deixa bem claro que você não é tão próximo assim para ser convidado para o momento mais importante das nossas vidas. Se ao menos você tivesse ido comemorar meu último aniversário, você teria visto a aliança que eu uso e teria brindado conosco. Mal aí.

A pessoa não é tão próxima sua, mas convive contigo por um motivo ou outro, e fala: 'Ah, mas você vai me chamar né!'
Olha, nem merece explicação. Se você fosse próximo o suficiente de mim, não precisaria pedir um convite, você nem ao menos duvidaria que seria convidado. Você teria certeza de que receberia um convite.

No primeiro caso, eu fui bem clara ao dizer: 'Bom, se você tivesse aparecido no último ano, eu nem ia precisar avisar, você ia saber'. No segundo caso, eu disse que, infelizmente, não poderia chamá-lo porque tinha um número limitado de convites. Há quem ache que isso é ser rude, mas para mim é muito mais rude e mal-educado fazer outra pessoa passar por esta situação!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Adotar ou não o nome do marido, eis a questão

No meu caso, não vou adotar o sobrenome do Leandro. Por vários motivos. O maior deles é que eu adoro a sonoridade do meu nome completo: Biessa Diniz Lopes Alves. Sempre vi meus sobrenomes com uma certa coerência, como se combinassem entre si.

O outro motivo é que ficaria com um nome muito grande se resolvesse adotar o sobrenome dele. Eu poderia retirar um, claro, mas - teoricamente - deveria ser o Diniz. E como retirar meu sobrenome que mais gosto? Além disso, é o que uso profissionalmente. Quando comecei a trabalhar, assinava como "Biessa Alves". Dois chefes me sugeriram trocar pelo Diniz e assim passei a assinar minhas matérias. Plim! - minha vida profissional melhorou. Não acredito em numerologia e afins, mas como retirar meu amuleto da sorte?

Confesso que também tenho um lado feminista que me faz achar retrógrado apenas a mulher adotar o nome da família do marido. Acho que tem de valer para os dois. Costumo brincar com o Leandro que, se for para usar o nome dele, ele também vai ter de colocar o meu! hahaha O novo código civil não permite isso? Por quê não fazer isso né?

O último e menos importante motivo é que eu tenho preguiça e arrepios só de imaginar ter de ir a tantos órgãos públicos para mudar meus documentos. Posso dizer que já mofei o suficiente no Detran (por causa de identidade e habilitação), seção eleitoral e demais órgãos... Prontofalei!

Este é um assunto polêmico e acho que a resposta para esta pergunta é muito pessoal e cada uma deve procurar dentro de si seu caminho. Deixo claro que não sou daquelas que acha que toda mulher que usa o sobrenome da família do marido uma "amélia", nada disso. Apenas tenho meus motivos para não fazê-lo, assim como você deve encontrar os seus para mudar seu nome ou não. Não se deixe influenciar pela opinião de pai, mãe, sogros, nem mesmo a de seu futuro marido. Esta é sua identidade e cabe a você resolver se vai adotar ou não um novo nome.


Qual a opinião de vocês?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Atrasar? Nem pensar.

O papo mais comentado entre noivas nos últimos dias é que uma igreja no Paraná começou a cobrar multa das noivas que se atrasam para a cerimônia.

Minha opinião pessoal:

Desde que entendo por gente, ouço minha mãe falar que não atrasou no casamento dela, que acha desrespeitoso com os convidados. Acabei assimilando isso, e também não acho legal mofar numa igreja. Claro que acontecem atrasos - no dia do casório de uma amiga, por exemplo, caiu um pé d'água e ela não conseguiu chegar na hora. Beleza, acontece. Mas tem muita noiva que atrasa de propósito.

Durante os preparativos, várias vezes me perguntaram: "Qual é a hora do convite? E que horas a noiva vai chegar?". Como assim, gente? Enganar os convidados? Não acho legal, sabe. Meu casamento está marcado para 20h30 e é 20h30 que eu pretendo chegar na igreja. Posso pegar trânsito e me atrasar? Posso. Mas não será de caso pensado. Mesmo porque o padre que vai celebrar meu casamento não permite isso - ele pede uma cópia do convite para ter certeza que não vão deixá-lo lá plantado de propósito, coitado... Também por ser uma sexta, acho que se atrasar a cerimônia a festa será mais curtinha, afinal as pessoas estão mais cansadas e tendem a ir embora mais cedo.

Seria bacana que todo mundo fosse pontual e chegasse na hora. Sabemos que isso não acontece, ainda mais porque meu casório será numa sexta, tem trânsito, as pessoas trabalham... Não vou sofrer por isso. Sei que quem gosta e se importa comigo e Leandro vai fazer o que puder para estar lá às 20h30. No que depender de mim, estarei entrando na igreja poucos minutos depois de 20h30 do dia 02 de setembro. :)