Se você resolveu casar, fazer festa, coisa e tal... Então, prepare-se. Você vai ter de enfrentar A LISTA. É um dos momentos mais tensos do planejamento do casório.
Todo mundo tem limites e não dá para convidar cada um que você conhece. Isso implica em criar critérios para convidar as pessoas. E aí que está o problema: pois o que pode ser importante para você pode ser irrelevante para seu noivo; o que é essencial para seus pais pode não ser para você.
No início, eu fazia questão de um casamento "pequeno" (como se 150 pessoas fossem poucas). E vi que teria de abrir mão disso, mesmo porque era uma teimosia minha, não era absolutamente essencial para a minha felicidade. Um dia, uma amiga, que casou-se em 2009, me falou que precisou limitar certos convidados para não deixar de fora pessoas queridas. E eu pensei: 'Gente, mas eu não vou precisar cortar as pessoas queridas. Só vou criar problema para excluir outras? Por quê?'. Meus pais estão pagando boa parte deste casamento e para quê dizer a eles que eles não poderiam convidar seus amigos? O que eu ganharia com isso? Nada, apenas mais estresse e pais menos felizes. E desencanei.
Resultado: a lista da família da noiva tem 180 convidados (UI!). No fim das contas, vão ser uns 300 convidados, mas acredito que muitos devem faltar. Acho que a festa deve ter menos de 250, no fim das contas. Em setembro a gente confere.
Hoje, eu sugiro que a primeira coisa do planejamento do casamento seja o orçamento. Depois, a lista - é claro que ela vai mudar, mas você precisa ter uma noção de ordem de grandeza. Não dá para alugar um espaço em que cabem 150 pessoas e de repente ver que você tem 300 na lista. E mesmo porque dá para adequar o orçamento. Se você tem cem convidados, pode gastar mais com o buffet do que poderia se tivesse o dobro. Fica a dica.
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
A lista
Postado por
Biessa
às
12:40
7
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segunda-feira, 28 de março de 2011
E aqueles que se convidam para o seu casamento?
Todo casal que vai fazer festa de casamento passa por isso em algum momento: os folgados que querem se convidar. Às vezes são pessoas até bastante queridas mas que, por afastamento, a gente não convida. Faltam cinco meses pro nosso casório, mas já passei por duas situações levemente constrangedoras (para quem se convida, não para mim!) e gostaria de dividí-las com vocês:
A pessoa fica sabendo que você vai se casar e diz: 'Noooossa. nem me avisou que ia casar, hein'
Meu caro, se você não sabe que eu vou me casar é porque há pelo menos um ano você não participa da minha vida. E, fora o caso de você ter estado em coma nos últimos meses, isso deixa bem claro que você não é tão próximo assim para ser convidado para o momento mais importante das nossas vidas. Se ao menos você tivesse ido comemorar meu último aniversário, você teria visto a aliança que eu uso e teria brindado conosco. Mal aí.
A pessoa não é tão próxima sua, mas convive contigo por um motivo ou outro, e fala: 'Ah, mas você vai me chamar né!'
Olha, nem merece explicação. Se você fosse próximo o suficiente de mim, não precisaria pedir um convite, você nem ao menos duvidaria que seria convidado. Você teria certeza de que receberia um convite.
No primeiro caso, eu fui bem clara ao dizer: 'Bom, se você tivesse aparecido no último ano, eu nem ia precisar avisar, você ia saber'. No segundo caso, eu disse que, infelizmente, não poderia chamá-lo porque tinha um número limitado de convites. Há quem ache que isso é ser rude, mas para mim é muito mais rude e mal-educado fazer outra pessoa passar por esta situação!
A pessoa fica sabendo que você vai se casar e diz: 'Noooossa. nem me avisou que ia casar, hein'
Meu caro, se você não sabe que eu vou me casar é porque há pelo menos um ano você não participa da minha vida. E, fora o caso de você ter estado em coma nos últimos meses, isso deixa bem claro que você não é tão próximo assim para ser convidado para o momento mais importante das nossas vidas. Se ao menos você tivesse ido comemorar meu último aniversário, você teria visto a aliança que eu uso e teria brindado conosco. Mal aí.
A pessoa não é tão próxima sua, mas convive contigo por um motivo ou outro, e fala: 'Ah, mas você vai me chamar né!'
Olha, nem merece explicação. Se você fosse próximo o suficiente de mim, não precisaria pedir um convite, você nem ao menos duvidaria que seria convidado. Você teria certeza de que receberia um convite.
No primeiro caso, eu fui bem clara ao dizer: 'Bom, se você tivesse aparecido no último ano, eu nem ia precisar avisar, você ia saber'. No segundo caso, eu disse que, infelizmente, não poderia chamá-lo porque tinha um número limitado de convites. Há quem ache que isso é ser rude, mas para mim é muito mais rude e mal-educado fazer outra pessoa passar por esta situação!
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